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PRANA - O SIGNIFICADO

Em sânscrito, prana significa alento, força vital e não somente respiração.

É algo que vai além.

É o que sustenta e dá vida.

É a base que dá origem a todas as formas de energia e também à matéria.


O Prana encontra-se no ar,

nos alimentos,

na água, nos minerais.

É como a eletricidade, polariza,

pode ser acumulado e transformado.

No entanto, é através do ar que absorvemos grande parte do Prana que precisamos

para viver.


Seguindo o tema, observa-se a afirmação de Kausthub Desikachar, neto de Krishnamacharya, que define

Prana como "a expressão da consciência". "É a expressão da consciência do mesmo modo que a luz do sol é a expressão do sol: a luz solar chega em todas as partes, mesmo quando não é de forma direta; o Prana chega a todas as partes do corpo às quais dirigimos nossa consciência".

Segundo os antigos Yoguis,

que compreenderam a respiração há muito tempo,

a paralisia de algum membro do corpo é sinônimo de ausência de Prana nessa parte do corpo.


E dessa maneira entendemos que os Pranayamas foram desenvolvidos para controlar a mente e suas flutuações.


A respiração consciente é utilizada para acalmar a mente e entrar nos seus mistérios.

A nossa respiração está intimamente ligada

ao nosso estado de ânimo.


Quando estamos estressados,

ela vai para a parte alta do peito; quando temos medo ela fica curta; é irregular quando estamos ansiosos. No entanto, ela é harmônica e suave

quando estamos conectados com algo do nosso agrado.

O início da prática de Pranayama é a partir do momento em que nos conscientizamos do ritmo da própria respiração e de sua regulação. A respiração consciente tem um efeito calmante em nossas emoções.


Somente a ação de manter a atenção na respiração, sem exercer nenhuma interferência, irá imprimir na respiração um ritmo que pacifica e tranquiliza a mente e, consequentemente, as emoções.

Dessa forma, observamos duas maneiras de respirar:

a forma inconsciente e

a forma consciente.


•A forma inconsciente é involuntária e

não paramos para observar

o que acontece conosco.


•A forma consciente é voluntária.


Determinamos o ritmo, a pulsação, a consciência

de como estamos respirando.




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